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Conselho da APA da Marituba quer fim de lixo clandestino em áreas da unidade

Coordenado pelo diretor de Gestão Ambiental da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), Ricardo Freitas, encontro de conselheiros da Área de Proteção Ambiental da Marituba do Peixe abordou a existência de depósitos de lixo na região da APA. Problema tem afetado moradores residentes ao longo da unidade de conservação.

O diretor de Gestão Ambiental da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), Ricardo Freitas, coordenou na semana passada a décima reunião do Conselho Gestor da Área de Preservação Ambiental (APA) da Marituba do Peixe. O encontro, realizado no auditório da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), em Penedo/AL, contou com participação de representantes do Instituto do Meio Ambiente (IMA), da Codevasf, do Batalhão de Polícia Ambiental, da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), além das prefeituras de Feliz Deserto, Penedo e Piaçabuçu, associação de pescadores e de artesãs, representante do segmento de turismo, das usinas e organizações ambientais não-governamentais.

 

Vários temas foram discutidos na reunião, dentre eles, a existência de inúmeros depósitos de resíduos sólidos na área de abrangência da APA, todos irregulares. Esses depósitos foram identificados pelo chefe da APA, o engenheiro agrônomo José Soares, do IMA.

 

Soares fez uma apresentação sobre o tema, informando que lavrou autos de infração junto às prefeituras municipais de Piaçabuçu e Penedo, além de proprietários particulares que foram multados por estarem destinando suas terras para servir como depósitos de lixo. Essa situação foi debatida pelas agentes de saúde dos municípios inseridos na APA, apontada como um dos mais sérios problemas de propagação de doenças que afetam as populações residentes ao longo da unidade de conservação. A atitude do IMA, adotada pelo chefe da APA do Marituba, foi muito elogiada pelos conselheiros.

 

Como destaque da reunião, foi apresentada pelo representante da Codevasf no Conselho, o engenheiro de pesca Eduardo Motta, a logomarca a ser utilizada, cuja arte representa a cultura das comunidades, o meio ambiente e a economia local. A logomarca tem o formato de um peixe estilizado, baseado na confecção feita pelas crianças com palha de ouricuri, produto à base do artesanato e da pesca da região. O modelo apresentado foi aprovado por unanimidade.

 

 

Fonte: Codevasf